Fiz um!

Tá feito e é para ser comentado!

Friday, April 14, 2006

... ...

Engraçado como ainda me surpreendo
com tudo que não muda.
Como se o estático contivesse em si
toda a mutabilidade das coisas
E o meu poder de surpresa
fosse uma mera inocência contida.
Como o ultrapassar pequenas pedras
com o impulso do pé
E como se o sujar-se na lama
não pulassem da ação para a memória.
E lá ficassem
Quietos como nossos anseios
Latentes como são os sonhos
Eternos como todos os enganos

5 Comments:

Anonymous Anonymous said...

ei débora, para você, as rosas como comentário, sim? abraços

5:34 PM  
Anonymous Anonymous said...

Bom, já q do outro jeito n vai...

Amizade, achei esse um dos seus melhores poemas. Se n foi o melhor, com certeza foi o q mais me tocou! E tem tudo a ver com uma divagação q me ocorreu outro dia, qndo eu estava de bobeira em casa, olhando para a Lua. Ela estava maravilhosa no céu, o q me fez repará-la melhor: tem dias q está cheia, as vezes minguante, outras novinha em folha ou então pronta pra crescer! Quis ser como a Lua, cada dia uma, diferente!

Mas aí, qndo eu já estava avaliando se eu era lá uma pessoa mutável, me ocorreu uma outra coisa: por mais q a Lua sempre mude, ela é, na verdade constante nessa sua mudança. É um ciclo! Nova, crescente, cheia e minguante; para depois ser nova, crescente e assim sucessivamente. As mudanças dela são previsíveis, tem até calendário! É uma mudança estática!

Comecei a pensar mais sobre isso, tentei achar alguma coisa, ou alguém, q realmente tivesse mudado a ponto de se tornar algo novo. Então, percebi que Lavoisier, e seu maldito teorema, têm razão. Não há nada de novo; na verdade, como a Lua, tudo é novo, de novo.

Depois de ler o seu poema, e realmente concordar com o q vc disse, acho q mais do q algumas coisas n mudarem, me surpreende o fato q elas as vezes mudam, mas da mesma maneira, dentro dos mesmos padrões.

Bjos amiga! E como disse a Denise, mtas rosas pra vc!!

4:55 PM  
Anonymous Anonymous said...

Pô, vou ter que começar jogando rosas pra vc né Deborah, todo mundo fez isso!
uhauhauhuahuhahuha
To até sem graça de escrever depois de toda dissecação que a Jota Efe fez do seu texto. Eu achei que ficou bom de fato e o ponto da mudança é bem abordado. Não tenho mais a acrescentar. Os elogios, bem, os de sempre, esse realmente nunca mudam, he he. Até algum dia, Vasques.

bjs

6:49 PM  
Anonymous Anonymous said...

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7:39 AM  
Anonymous Anonymous said...

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»

11:13 AM  

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