Outubro.
Foi com a perda
aprendi
talvez fiquem apenas os ganhos.
A memória tem mesmo uma caixa de lápis de cor
E o sangue corre como aquarela,
deixando aqui e ali
pinceladas daqueles tempos
marcam mas nunca mais voltam.
Pronomes injustos.
Tudo que nos distanciava
desaparece
unha e carne sempre
e ficamos sem entender
cicatrizes são feitas de giz?
Num sopro a gente se esvai
perdoa o que a presença feriu
se reconforta com a distância
mas querer mesmo, é ter de volta
e não pode
não consegue
por mais que acredite
resta o inteiro
o amor que faz sentir falta
a lição que não recebe nota
a melodia sem graça
e a vontade de rir disso tudo.
Mas o olhar não deixa
não no mês das crianças.

5 Comments:
if (autor=="Deborah)
writing="Good";
else writing="We don't give a fuck, we want Deborah!";
\o/ \o/ \o/
if (autor=="Deborah)
writing="Good";
else writing="We don't give a fuck, we want Deborah!";
\o/ \o/ \o/
passei por aqui fiota!
que lindo! e me caiu logo num dia em que coisas assim fazem mmmmmmmmmuito mais sentido, sabe?
beijo procê garota de talento!
JULIUS!!!!!!!!!!!!
que honra sua presença e seus versos!
AMEI!
Continue por aqui ok?
Bjão!
bah...
mto bom!
muuuuito bom!
q tal isso virar musica?
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