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{das cartas que não se escreve}
Ouvi canções. ando me divertindo com palavras. sempre soube dessas silenciosas que não se forçam a fazer ouvir. O devir meu bem. de repente é o nada que me encanta. E o que me falta não é senão o que eu ainda posso ter. E morrerá de rir se vier a minha casa. Rabisquei as paredes brancas de giz, da mesma cor. Da mesma cor que não se vê, ainda que já esteja, há muitos e muitos anos, guardada nos nossos olhos. ri comigo. se dá certo ou errado eu já não sei. sorri que perdura e resiste. e pisca, porque é na pálpebra que se lê: ora, já não existe.

1 Comments:
Guriaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!
Tu é d+++++++ da conta, parabéns.
E o teu livro???? Não vi ainda.
Parabéns de novo, maior sucesso.
Beijossss
Mari
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