(... ... ... ...)
Rogo sem orar que os dias se apressem.
Revira. Venta. Assopra e reluz.
O tempo se muda: alojamentos e escalas.
Diante e adiante, atrás e atrás.
Há tempos que as horas são gêmeas
E que pena,
Já não somos mais.
(da série: essa mania de escrever no ônibus)

5 Comments:
Como se houvesse algo mais útil que escrever em um ônibus. Estudar para provas é uma boa pedida, mas não creio que vc faça isso
huahuahuahuahu
Será que ninguém mais comenta neste bagulho?
Olá, comadre poeta! Sempre bom ver gente com seu perfil entrando na minha humilde sala de visitas. Bom, nem preciso dizer que foi/é bem-vinda. Ah, a correria aqui não me deixou me ater muito aos teus textos, mas li alguma coisa e já posso até te elogiar, óia só! rsrsrs Parabéns, mesmo. rsrs Vou passar com mais calma por aqui. Hum, quanto a sua observação sobre meu texto, realmente a primeira versão foi sem pontuação, pois até se tornou redundante da forma que está, mas deixei como está pra ousar, gosto de ATÉ ser redundante e CAUSAR. Está é minha proposta como ecrevedô de coisa. Hum, e causei, né? rsrsrs Valeu, até breve!
Saudade n tem hora!
'metalinguagem do vício é reticências.'
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